Família da Consolata
Colaboradores da Missão
A família missionária da Consolata (FMC) é formada por pessoas e grupos que estão unidos aos Missionários da Consolata por vocação, por amizade ou simpatia, pelo amor às missões e interesse pelas causas humanitárias que os missionários defendem e promovem.

Quem deixa a família natural para se dedicar à Missão, tem que encontrar uma outra família

Beato José Allamano

 

 

Missionárias da Consolata

A congregação das Irmãs Missionárias da Consolata, foi fundada em 1910, por José Allamano, como resposta às exigências da colaboração feminina em África. Não foi tarefa fácil, porque nesses tempos as congregações femininas não estavam vocacionadas para a missão além-fronteiras.

Animadas pelo mesmo espírito que orienta os missionários da Consolata, as primeiras irmãs que chegaram ao Quénia deram um passo importante para o crescimento e apoio às missões. Estenderam-se rapidamente por outros países de África e pelos outros continentes.

A sua presença no meio dos pobres torna-se um sinal de consolação por meio do anúncio da Palavra, acolhimento, promoção humana, empenho pela justiça e paz e diálogo inter-religioso.

 

Leigos Missionários da Consolata

Ser Leigo Missionário da Consolata (LMC) é uma opção de vida, um caminho cristão para quem escolhe assumir compromissos que dignifiquem as pessoas.

Com o princípio de que “nunca digas: isto não é comigo”, o trabalho e a presença dos leigos têm por finalidade construir um mundo cada vez mais justo e fraterno.

Estão presentes, em Portugal, nas comunidades de Águas Santas, Cacém e Fátima, e prestam serviço missionário também na Itália, Espanha, Brasil, Colômbia e Venezuela. Têm realizado o seu trabalho missionário sobretudo nas comunidades existentes em Moçambique, Tanzânia e Colômbia.

 

Jovens Missionários da Consolata

Nascidos em 1991, após uma primeira experiência de Páscoa Juvenil, os JMC são jovens entre os 16 e os 26 anos, provenientes de várias paróquias que se reúnem, habitualmente no Centro Missionário da Consolata da zona a que pertencem. Existem três núcleos: Cacém, Águas Santas (Maia) e Fátima.

Algumas atividades que caracterizam os JMC: a oração semanal, a Páscoa Jovem, a Caminhada Quaresmal, o Convívio Pascal, Campos de Trabalho Missionário, Retiros, vivência do Outubro Missionário e a animação de eventos missionários.

 

Amigos Missionários da Consolata

É a associação ligada aos missionários da Consolata mais antiga e com maior tradição. Começou por reunir antigos alunos e cedo se alargou às suas famílias. 

É uma associação de amigos que cultivam o amor às missões e a devoção à Nossa Senhora da Consolata segundo a espiritualidade do Beato José Allamano.

Além de um sentido de pertença e união, a AMC oferece uma estrutura que garante um maior alcance e eficácia nas suas iniciativas. Também defende e promove ativamente as causas missionárias apoiadas pelo Instituto.

Entre as atividades que caraterizam os AMC, salienta-se a participação ativa na Festa da Consolata, a organização de convívios e Festa da Primavera, e outras iniciativas de apoio às missões, tais como a animação de eventos missionários, vigílias e semanas missionárias.

 

Mulheres Missionárias da Consolata

Este movimento destina-se a todas as mulheres – casadas, solteiras ou viúvas – que, animadas por uma fé esclarecida, apaixonadas por Deus e conscientes da sua missão cristã, estejam dispostas a colaborar com os missionários da Consolata.

Inspiram-se como movimento no carisma do beato José Allamano e centram-se no amor à Eucaristia, a Nossa Senhora da Consolata e no ardor missionário.

Difundem o ideal missionário e dão apoio a projetos dos missionários, de acordo com as suas possibilidades.

 

Solidários Missionários da Consolata

São cristãos animados pelo espírito missionário com o objetivo de trabalhar em prol do Instituto Missionário da Consolata, espalhando o nome da Consolata e levando a Boa Nova aos outros.

A disponibilidade e o espírito de solidariedade do grupo é o que os carateriza e fortalece. Realizam as mais diversas atividades e nos mais diversos campos: imprensa missionária, apoio nos eventos e nas necessidades do Instituto e no voluntariado.

Encontram-se mensalmente para avaliar a sua caminhada e bimestralmente recebem formação missionária como ajuda para o desempenho das suas atividades. Dois retiros espirituais marcam o começo e o fim das atividades anuais programadas.