Missionários e Missionárias da Consolata recebidos pelo Papa
21/03/2017
Padre Stefano Camerlengo, Irmã Simonna Brambilla e participantes nos Capítulos Gerais destes dois Institutos vão ser recebidos pelo Papa Francisco a cinco de junho

Padre Stefano Camerlengo e Irmã Simonna Brambilla, superiores dos Missionários e das Missionárias da Consolata, respetivamente, escreveram uma carta aos membros destes dois institutos missionários para anunciar que serão recebidos pelo Papa Francisco no dia 5 de junho próximo, no decorrer do Capítulo Geral de ambos os Institutos.

“Será um momento de graça e de alegria, como foi para Maria a visita a Isabel. Uma ocasião para cantar, à frente de quem preside a Igreja, o nosso Magnificat a Deus por ter suscitado os nossos Institutos e pelos tantos benefícios recebidos.”, lê-se na missiva agora divulgada.

Para dar mais força a esta visita, a carta cita o Beato José Allamano, fundador destes dois Institutos missionários - o ramo masculino em 1901 e o ramo feminino em 1910 -, assim como as respetivas Constituições, quando referem: “O Instituto e cada um dos seus membros distinguem-se pelo amor, a fidelidade, a submissão ao Papa, aos Bispos, e no seguimento das diretivas da Santa Sé”.

O texto deixa algumas considerações sobre os caminhos da Missão, hoje, lança perguntas para a reflexão e o debate nas comunidades e apela à oração de todos. Neste sentido, no final da Carta são anexadas duas orações: uma pelo Capítulo Geral dos Missionários da Consolata e outra pelo Capítulo Geral das Missionárias da Consolata. Estas duas Assembleias Magnas vão decorrer durante cerca de um mês, entre maio e junho deste ano, em Roma, Itália.

A carta conjunta adverte que na visita ao Papa Francisco não irão “de mãos vazias”, e prossegue: “levar-lhe-emos a nossa história, tecida de santos e rica de boas obras. Levamos-lhe também as nossas fraquezas, misérias e os limites que, por vezes, foram ocasião de mal. Levamos-lhe os nossos projetos missionários, o nosso desejo de renovação, de qualificação, de vida mais fraterna e solidária. Levamos-lhe as esperanças, a voz, as aspirações dos nossos povos, da gente que humildemente servimos”.

A Carta pode ser lida na sua totalidade AQUI.

Albino Brás