Morada
Estrada do Zambujal, 66 - 3º Dto 2610-192 Amadora, Portugal
Contatos
214 710 029
zambujal@consolata.pt

Foi a partir da comunidade da Consolata do Cacém que se iniciaram os contatos com o Bairro do Zambujal, no concelho da Amadora, por volta de 2003

Inicialmente, os missionários visitavam as famílias e rezavam com elas. Passaram depois à celebração da Eucaristia dominical e recitação do terço, num espaço mais amplo no rés-do-chão de um prédio da Rua Estrada do Zambujal. Com o passar do tempo, o trabalho pastoral - até então feito a partir da comunidade da Consolata no Cacém - tornou-se cada mais exigente e a pedir uma maior presença e continuidade pastoral e espiritual junto da população do Bairro. Foi assim que os Missionários da Consolata decidiram ir mesmo viver para o Bairro do Zambujal, constituindo ali a primeira comunidade de religiosos consagrados à Missão, em Setembro de 2012. Era um novo conceito de comunidade, mais de inserção com morada no terceiro andar de um prédio de habitação, tendo como vizinhança famílias de várias etnias.

A decisão de ir morar para este Bairro surgiu pelo imperativo evangélico e missionário de estar no meio do povo, mais próximos das pessoas que ali moram e, assim, inseridos nesta realidade, poderem desenvolver, desde dentro e com maior eficácia, novos projetos de Pastoral, Promoção humana, Intervenção Social e de Evangelização.

Nesta desafiante missão não estão sozinhos; fazem Missão conjunta com as Irmãs Missionárias da Consolata, que ali têm também uma comunidade de inserção.

O CCV (Centro Consolação e Vida) quer ser um espaço e lugar de encontro, animado pela fé, aberto para a comunhão e para a fraternidade que brota da diversidade e da multiculturalidade que se vive neste Bairro.

Os missionários da Consolata descobriram que às portas de Lisboa há um Bairro social, que é autêntico campo de Missão a ser pastoral e missionariamente trabalhado. Ali encontram um grande desafio para poderem desenvolver, apresentar e propor o seu carisma, espiritualidade e ação missionária. Destaca-se a importância de estar junto dos pobres, viver e conviver com eles, partilhando a sua vida e a sua história. Essencialmente dar voz e vez a estas pessoas, tantas vezes esquecidas.